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sobre hick
Hick Duarte está se formando em Jornalismo e já descobriu que, dentro disso, a sua praia é música e fotografia. Além de idealizar/participar dos projetos listados ao lado, traz em seu currículo experiências profissionais diversas, que vão de assessoria de imprensa à educação ambiental. Já cobriu os principais festivais nacionais de música independente e hoje persiste em registrar o que há de mais novo, criativo e interessante na produção cultural e na vida noturna deste país. |
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Quer cursar também: Cinema e Ciências Sociais.
É apaixonado por: tudo o que envolve jornalismo, música, fotografia, internet, mídias sociais, arte independente, cultura alternativa, sustentabilidade, rock, viagens e Japão.
Música: Indie rock, ska e world music. Gogol Bordello, Kultur Shock, Móveis Coloniais de Acaju, Save Ferris, Tokyo Jihen, Ska-P, Canastra, Ecos Falsos, Arctic Monkeys, The Killers, Monoral, the telephones, Merry, the pillows, Friendly Fires, Los Hermanos, monobright, Weezer, MUCC, 9mm Parabellum Bullet, MGMT, The Mars Volta, We Are Scientists e quaff.
Mudou radicalmente quando descobriu: a Internet e a vida noturna.
Está começando a entender: o hype, o coletivismo cultural, a produção independente e o Google Wave.
Está longe de entender: o Plurk, o Google Wave e o Fred Zero Quatro.
Se orgulha de ser: dedicado com o que se compromete a fazer, viciado em informação, proativo e pouco preguiçoso.
Se condena por ser: absurdamente distraído, ansioso e inquieto.
É bizarro, mas admite: que quando criança dançava Gerasamba para animar o Reveillón, que já quis ser engenheiro robótico por causa dos Transformers, que usava gel todo dia e religiosamente durante dez anos, que não tem cera no ouvido.
Algumas boas idéias: Circuito Fora do Eixo, Revista Noize, I Hate Flash, Guideki, Rodrigo Esper, Macaco Bong e Móveis Coloniais de Acaju. |
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